






Ganhar a primeira bicicleta, tirar as rodinhas e pedalar por conta própria são momentos inesquecíveis para a criança. Muito mais do que brinquedos, a bicicleta, o patins, o patinete e o skate representam liberdade e independência.
Ao andar de bicicleta, skate ou patins, um dos maiores perigos são as lesões na cabeça, que podem levar à morte ou deixar seqüelas permanentes. A maneira mais efetiva de reduzir lesões na cabeça é usar o capacete. Esta única regra pode reduzir o risco de lesões na cabeça, inclusive traumatismo craniano, em até 85%.
COMO PROTEGÊ-LAS?
ENSINE-AS:
OUTRAS INFORMAÇÕES IMPORTANTES:
Brincar é uma importante parte do desenvolvimento da criança. Brinquedos oferecem diversão e entretenimento, além de ajudar seu filho no aprendizado. Para uma brincadeira segura, alguns itens devem ser observados, incluindo a presença da marca de conformidade do Inmetro – popularmente conhecido como selo do Inmetro - e a escolha do brinquedo adequado a faixa etária de seu filho.
COMO PROTEGER DE UM ACIDENTE COM BRINQUEDO?
Supervisão é um importante fator para manter as crianças seguras de acidentes com brinquedos. Envolver-se com a brincadeira de seu filho, em vez de supervisionar à distância, lhe dá a oportunidade de tomar conta com mais cuidado. As crianças adoram quando os adultos participam de seus jogos. Brincar com o seu filho é uma forma de aprender mais sobre ele e ensinar-lhe importantes lições. Além disso, você se diverte também enquanto o protege.
DICAS:
OUTRAS INFORMAÇÕES IMPORTANTES:
No Brasil é a segunda causa de morte e a oitava de hospitalização, por acidentes, na faixa etária de 1 a 14 anos. Segundo Ministério da Saúde, em 2005, 1.496 crianças de até 14 anos morreram vítimas de afogamentos. É importante salientar que os perigos não estão apenas nas águas abertas como mares, represas e rios. Para uma criança que está começando a andar, por exemplo, três dedos de água representam um grande risco. Assim elas podem se afogar em piscinas, cisternas e até em baldes e banheiras.
Outro fator que contribui para que o afogamento seja um dos acidentes mais letais para crianças e adolescentes é que acontece de forma rápida e silenciosa.
COMO PROTEGER UMA CRIANÇA DE UM AFOGAMENTO
Um adulto deve supervisionar de forma ativa e constante as crianças e adolescentes, onde houver água, mesmo que saibam nadar ou os lugares sejam considerados rasos:
ORIENTE A:
OUTRAS INFORMAÇÕES IMPORTANTES
Algumas características do desenvolvimento contribuem para que crianças pequenas fiquem mais vulneráveis a afogamentos, tais como:
No Brasil é a segunda causa de morte e a oitava de hospitalização, por acidentes, na faixa etária de 1 a 14 anos. Segundo Ministério da Saúde, em 2005, 1.496 crianças de até 14 anos morreram vítimas de afogamentos. É importante salientar que os perigos não estão apenas nas águas abertas como mares, represas e rios. Para uma criança que está começando a andar, por exemplo, três dedos de água representam um grande risco. Assim elas podem se afogar em piscinas, cisternas e até em baldes e banheiras.
Outro fator que contribui para que o afogamento seja um dos acidentes mais letais para crianças e adolescentes é que acontece de forma rápida e silenciosa.
COMO PROTEGER UMA CRIANÇA DE UM AFOGAMENTO
Um adulto deve supervisionar de forma ativa e constante as crianças e adolescentes, onde houver água, mesmo que saibam nadar ou os lugares sejam considerados rasos:
ORIENTE A:
OUTRAS INFORMAÇÕES IMPORTANTES
Algumas características do desenvolvimento contribuem para que crianças pequenas fiquem mais vulneráveis a afogamentos, tais como:
Entre os acidentes com crianças, um dos mais devastadores é a queimadura que deixa milhares de crianças com seqüelas permanentes, cujo tratamento é, na maioria das vezes, dolorido e demorado. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2005, 373 crianças de até 14 anos morreram e 16.515 foram hospitalizadas vítimas de queimaduras.
Uma tomada sem proteção, o cabo da panela virado para fora do fogão, materiais inflamáveis perto do fogo representam perigo. A maioria dos casos ocorre na cozinha, onde crianças brincam nos horários de preparo dos alimentos. Informação e educação são os elementos-chave para prevenir acidentes envolvendo queimaduras.
COMO PROTEGER UMA CRIANÇA DE UMA QUEIMADURA
ELETRICIDADE
INFLAMÁVEIS
COMO ESCAPAR DE UM INCENDIO
Um pequeno incêndio pode-se tornar fatal em questão de minutos. Para ajudar a evitar uma tragédia, inspecione minuciosamente sua casa para eliminar riscos em potencial. Prepare sua casa para uma emergência e ensine para sua família os perigos de um incêndio e como escapar dele.O ideal é instalar detectores de fumaça em todos os andares de sua casa e em toda área de dormir. Os equipamentos devem ser testados mensalmente para comprovar seu bom funcionamento.
ENSINE A CRIANÇA
OUTRAS INFORMAÇÕES IMPORTANTES
As crianças são mais vulneráveis à queimadura pelos seguintes características: pele mais fina que adultos e crianças mais velhas; sofrem queimaduras a temperaturas mais baixas e mais rápido que atinge maior profundidade e maior superfície do corpo; têm habilidade reduzida para escapar do perigo.
O fogo exerce uma atração quase mágica na infância.A "brincadeira" tende a começar no quarto, quando estão sozinhos com fósforos ou isqueiros, e se transformar em um incêndio de grande proporção.
As crianças que vivem em áreas rurais também correm risco de sofrer incêndios residenciais devido ao uso de candeeiro e fogão a lenha.
A pele do nosso corpo é tão sensível que basta uma encostadinha, durante segundos, no ferro de passar roupa ou no vapor da chaleira para ocorrer uma queimadura. Muitas vezes, alguns poucos minutos debaixo do Sol forte, sem a proteção do filtro solar, são suficientes para gerar dor e ardência. Dependendo da profundidade, a pele se rompe e reage com bolhas e vermelhidão.
E ainda há os acidentes de maior gravidade que, infelizmente geram danos na mesma proporção. Desencadeadas por agentes externos - como a eletricidade, frio e calor -, as queimaduras são lesões que exigem cuidado extremo tanto quando forem ser tratadas quanto na hora de socorrer uma vítima. Remédios caseiros e atitudes precipitadas, por exemplo, podem aumentar a seriedade do machucado e deixar marcas profundas na pele e na autoestima. A maioria dos casos de queimaduras, ocorridos dentro de casa, poderiam ser evitados se fossem tomados alguns cuidados preventivos. "O cabo da panela quente virado para fora do fogão pode significar um desastre, caso alguém passe e derrube", explica o bombeiro André Luis dos Santos, do Posto de Bombeiros da Vila Galvão, em Guarulhos. Outra causa muito comum de queimaduras são os agentes elétricos como bateria de carro, celular e pilhas. "As pessoas mexem com eletricidade, sem ter noção dos perigos à saúde", diz.
O susto provocado por uma queimadura faz com que as pessoas sejam inconsequentes para conter a dor e possíveis marcas na pele. Segundo o cirurgião plástico Renato Fusaro, diante dos sintomas e do desespero causado pela possibilidade de ficar com cicatrizes, as pessoas apelam para o uso de substâncias inadequadas na hora de tratar a lesão, o que pode se transformar em uma medida desastrosa. Aplicar café, manteiga, cândida, creme dental, gelo e tantos outros unguentos no local afetado só agravam a situação. "Não dá para tratar a lesão com receita caseira. Uma pomada não indicada também pode deixar marcas profundas e reversíveis apenas com cirurgia plástica", explica Renato.
As queimaduras são classificadas de acordo com a profundidade e o agente causador da lesão. Esta categorização é importante para se avaliar a previsão de cicatrização e o tempo de cura. Os agentes causadores se dividem em: Elétricos Eletricidade, baterias, pilhas, tomadas, entre outros Térmicos Calor e frio Químicos Produtos químicos como cal e soda cáustica (corrosivos), álcool em gel (inflamável)
Queimadura de primeiro grau É uma lesão mais superficial, que resulta na pele avermelhada, inchada e dolorida. Uma exposição prolongada ao Sol, por exemplo, pode desencadear este tipo de lesão.
Queimadura de segundo grau Causa uma lesão mais profunda, na qual se formam bolhas na pele, que apresentam uma coloração vermelha ou branca e contêm um líquido claro e espesso. A queimadura, dolorosa ao tato, pode ficar branca quando tocada. É a mais dolorosa de todas.
Queimadura de terceiro grau É o mais profundo e o mais grave nível de queimadura. Caracteriza-se pelo aparecimento de morte do tecido (necrose), pela cor esbranquiçada da pele e pela ausência de dor. A área queimada perde a sensibilidade ao tato. ?Geralmente, as queimaduras de terceiro grau são indolores porque as terminações nervosas da pele são destruídas?, explica o cirurgião plástico Renato Fusaro.
Primeiros socorros - Tirar a roupa de cima da área queimada - Tirar demais acessórios para que o inchaço natural do corpo não comprometa a circulação - Interromper a ação do agente causador da queimadura na pele. Para cada agente causador existe um tratamento específico. Isso pode ser feito com a utilização de água corrente na zona lesada. Um jato fraco e demorado de água fria ajuda a resfriar a lesão e é o melhor tipo de tratamento imediato para a queimadura. Porém, em determinadas lesões, o uso da água também agrava o problema. Se o agente causador da queimadura for a soda cáustica, por exemplo, que reage com água, deve-se retirar o produto com um pano macio.

De maneira geral, as queimaduras de primeiro grau podem ser tratadas clinicamente com a utilização de pomadas específicas, de ação calmante. Já as lesões mais graves, têm um tratamento inicial com pomadas e, frequentemente, necessitam de procedimentos cirúrgicos, como a realização de enxertos de pele, pois a necrose destrói a zona lesada e exige este tipo de reparação. Seja qual for o tratamento, ele deve ser recomendado e acompanhado por um médico.
Atendimento psicológico Os danos causados por uma queimadura mais grave vão muito além da dor física. O trauma, as cicatrizes deixadas na pele e a sensação de ter deixado de ser o que era faz com que os pacientes se sintam feios e fiquem com a autoestima abalada. "É difícil para a pessoa aceitar as marcas deixadas pela lesão e superar o trauma, por isso é fundamental a ajuda psicológica", diz o cirurgião plástico Renato Fusaro.





